terça-feira, 1 de maio de 2012

Convites e lista de presentes!

Chegamos de Divinópolis e já tá tudo encaminhado, estou infinitamente mais tranquila vendo tudo (ou quase tudo) resolvido.
Local, comes e bebes, lista de convidados, lembrancinhas e tudo mais acertado, e finalmente os convites ficaram prontos! Essa semana vamos começar a entregá-los, estou super ansiosa!
Eles ficaram muito lindos, do jeito que eu queria:



E nós fizemos duas listas de casamento também, uma pra comprar pela internet, no site do Extra e outra no Pioneiro Utilidades, em Divinópolis.
Pra quem for comprar pelo site, o link é esse aqui: http://www.extra.com.br/Site/ListaGerenciadaLandingPage.aspx?idListaCompra=195580

Agora é só me preocupar com meu vestido de noiva!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Music non stop!

Agora falta pouco pro casamento, ainda tem muita coisa em aberto, mas nada que nos faça mudar de ideia!

Não entendo de bolo, vestido, docinho, decoração. Mas de uma coisa eu entendo: música!

E pra festança, o que deveríamos pedir pra tocar? Não dá pra ser modernete e também não gostamos de sertanejo. E agora? Rock brazuca anos 80? Dance music anos 90? Clássicos do Rock? Funk (o bom, americano)?

Uma coisa já é certa, a Débora vai entrar no "altar" ao som dessa música:

(essa foi a melhor versão com sax que eu achei no youtube)

E por fim, uma dúvida cruel: whiskey-a-gogo, tocar ou não tocar? Eis a questão.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Minas ou São Paulo?

Depois de conversar com os pais do Filipe, eles se ofereceram pra ajudar com o nosso casamento. O sogro resolveu dar as alianças, e a sogra se ofereceu para fazer as lembrancinhas e enfeites de mesa, tudo muito simples, é claro, afinal decidimos ir ao cartório no sábado de manhã apenas com nossos pais e irmãos, e depois seguiríamos pro salão de festas do nosso prédio onde organizaríamos um almoço para nossos avós, padrinhos e amigos próximos. Parecia a escolha mais lógica já que nós não temos tanta grana assim, e não achamos justo pedir que nossos pais paguem pelo nosso casamento. Decidimos que iríamos economizar e arcar com os custos nós mesmos, só que pra isso, deixaríamos de convidar muita gente querida. A minha família além de ser grande, é toda de Minas, e eu sei que nem todo mundo tem condições de arcar com uma viagem de 600km, mais hotel, e sinceramente, nós não poderíamos oferecer nada que valesse a pena uma viagem tão longa e onerosa. E como não conseguiríamos chamar todo mundo, decidimos que participariam apenas a família imediata. Nós estávamos bem tranquilos com a nossa escolha até o dia 28 de janeiro: o casamento da Priscila.

A Pri é uma amiga muito querida que trabalha comigo e que decidiu se casar em novembro. Ela e o Fabio tem uma situação parecida com a nossa, eles também não tem muito dinheiro, ela também tem família em outra cidade e a data que escolheram não dava muito tempo de criar um fundo destinado apenas para fazer tudo que eles gostariam. Eles tiveram pouco mais de 3 meses para planejar tudo e fizeram um casamento maravilhoso! Simples e elegante, cheio de amor e de pessoas queridas, que mesmo com dificuldades se deslocaram até São Paulo pra partilhar aquele momento com eles. E naquele momento decidimos que queríamos aquilo também.
Casamento da Priscila e do Fabio

É claro que não seria fácil, afinal, onde nós iríamos casar??? A minha família é maior e nós teríamos mais espaço para fazer o casamento e acomodar pessoas de fora em Minas, mas nossa vida é em São Paulo, como planejar um casamento a 600km de distância? Depois de pensar muito (e chegar à conclusão de que ambas as alternativas seriam difíceis) e conversar com os nossos pais, decidimos fazer em Minas. Não vai ser fácil, mas achamos que seria melhor, e a minha mãe, claro, adorou poder ajudar a gente a realizar tudo. E lá se foi o plano de um casamento simples e pequeno: se é pra fazer em Minas, tem que ser com a família toda! Imaginar um dia nosso, com todas as pessoas que nós amamos, com certeza faria todo o trabalho valer a pena. Só espero me lembrar disso da próxima vez que o estresse for tão grande que gente queira desistir e decida fugir pra casar!

Você tá grávida???


Eis que chega a hora de avisar pra todo mundo que a gente vai se casar... Pra ser sincera, não pensei muito a respeito de como as pessoas reagiriam, depois de 5 anos não seria surpresa pra ninguém, imaginei que as pessoas ficariam felizes mas que ninguém acharia grande coisa, afinal, moramos juntos há mais de um ano. Liguei pra minha mãe, e qual foi a primeira coisa que eu ouvi? "Você está grávida???" Liguei pro meu pai, como eu sabia que a primeira reação dele seria achar que eu estava grávida, já contei a notícia da seguinte forma: "Pai, tenho duas boas notícias, a primeira: eu vou me casar! A segunda: eu não tô grávida!!!" Na verdade eram 3 notícias, a terceira é que não sairia do bolso dele, o que já não vem mais ao caso (por opção dele!). Na casa dos pais do Filipe, depois de horas tomando coragem pra contar (por alguma razão nós dois estávamos muito nervosos), o Filipe fala: "Então, nós temos uma coisa pra contar pra vocês..." A minha sogra já se agarrou ao sofá, os dois com uma cara de medo, daí o Filipe fala: "Eu vou casar com a Débora!" Os dois ficaram super felizes e emocionados, claro, minha sogra levantou pra me abraçar e disse: "Achei que você ia falar que estava grávida!"
Bom, depois disso ligamos pros avós, pros melhores amigos, amigos do trabalho e sempre a mesma reação: "Você tá grávida???". Achei bem engraçado que essa tenha sido o primeiro pensamento da maioria das pessoas. Acho que até quem não falou pelo menos pensou.

Em geral, a reação das pessoas me agradou muito, todos ficaram felizes e se prontificaram para ajudar com o que fosse, só teve uma reação que me desagradou: a dos amigos do Facebook. Isso porque ninguém levou muito a sério no início, já que 90% dos casais com menos de um mês (e que vão terminar em menos de um mês) imediatamente já mudam o status para noivos (ou quando não, casados) sem ter de fato nenhum compromisso com a pessoa. Isso me deixa ora triste, ora com raiva mesmo, porque é uma banalização muito grande de algo muito sério e importante. Casar não é algo que se decide num impulso. Gostar de uma pessoa, até mesmo amar, não é o mesmo que se comprometer a passar o resto da vida com ela. Falar "eu te amo" e "eu te conheço por dentro e por fora, todos as suas qualidades e todos os seus defeitos, sei que tem coisas que eu não gosto e que nunca vão mudar, e ainda assim não mudaria nada em você, não tem nada na lista de contras que supere os prós, nenhum detalhe que faça do pacote completo menos atraente" não é a mesma coisa.

No fim das contas, ambos explicamos que não era só uma mudança de status apenas por mudar e sim uma decisão séria e definitiva, e recebemos os parabéns daqueles amigos que infelizmente não conseguimos avisar pessoalmente.

Por onde a gente começa?

Depois de ficar umas duas horas sorrindo feito bobos, começamos a pensar mais seriamente sobre o que precisaríamos fazer pra conseguir concretizar os nossos planos. E foi aí que começou a complicar. Entre todas as coisas grandes e pequenas que precisariam ser resolvidas, teríamos mil coisas pra nos preocupar e começou a bater um medo de que a gente não daria conta de tudo. Na lista: ir ao cartório dar entrada na papelada, reservar um lugar para dar o almoço, vestido pra mim, terno pra ele, sapatos, cabelo, maquiagem, buquê, fotógrafo, lista de convidados, lembrancinhas, flores, enfeite de mesa, convites, alianças, música, comida, bebidas, decoração, bolo e mais um monte de coisas que vinham à mente o tempo todo. Então resolvemos ir com calma e decidimos qual era a primeira coisa que a gente devia fazer : contar pros nossos pais!

Vamos nos casar!

Depois de 5 anos, finalmente decidimos nos casar! No dia 12 de janeiro, um dia como outro qualquer, a gente estava em casa contando como foi o nosso dia um para o outro, conversando sobre a vida e o futuro, quando decidimos que não queríamos mais esperar pelas coisas acontecerem, e que iríamos começar a planejar nosso casamento. Foi relativamente fácil, primeiro decidimos a data. Não queríamos um dia qualquer, então começamos a vasculhar a nossa história pra achar um dia com um significado especial. Nosso aniversário de namoro é no dia 27 de fevereiro (cedo demais) e nós nos conhecemos no dia 18 de dezembro (demorado demais!). Por fim, decidimos que 7 de julho seria perfeito, o número 7 sempre teve uma participação importante na nossa relação, e 6 meses seria o tempo ideal para planejar tudo. Depois decidimos o que a gente queria fazer, optamos por um casamento simples no cartório, apenas com nossos pais e irmãos, e depois um almoço com nossa família imediata, e amigos próximos. Parecia tão simples...